Marlene Dietrich: a outra Alemanha

Maio 6, 2017

Há 25 anos, morria solitária e insubmissa Marlene Dietrich. A Diva que odiava Hitler, era a «outra Alemanha».

Anúncios

ZECA AFONSO, SEMPRE!

Fevereiro 25, 2017

zeca-afonso


PAUL MASON: Depois do Capitalismo?

Fevereiro 14, 2017

HASTA LA VICTORIA SIEMPRE, FIDEL!

Novembro 28, 2016

sam_2613

A tacanhez dos comentadores portugueses tem procurado reduzir Fidel a um ditador, que nada mais fez do que oprimir o povo cubano. Fidel acreditava que um mundo melhor é possível, sem exploração, nem opressão. O entusiasmo da revolução cubana inspirou milhões de pessoas em todo o mundo, em especial nesse martirizado continente latino-americano. A revolução cubana libertou Cuba de uma ditadura sangrenta – Batista matou mais de 30.000 pessoas – onde a Mafia americana punha e dispunha e as multinacionais americanas exploravam os cubanos até ao tutano. Os negros viviam num sistema racista, os camponeses nunca viam um médico e 70% dos cubanos eram analfabetos.

Leia o resto deste artigo »


Abaixo Trump!

Novembro 25, 2016


Depois da eleição de Trump

Novembro 10, 2016


Trump, demagogo reaccionário apoiado por fascistas

Novembro 10, 2016

158

«Democracia», «Eleições», «Liberdade» e «Ocidente» tornaram-se ideias questionáveis. Principalmente esta última desapareceu. A eleição de Trump é o fim do «Ocidente». Se ainda necessário fosse demonstrar que a democracia liberal se encontra numa profunda crise existencial, a vitória de Trump aí estaria para a confirmar. Bukharin, revolucionário russo, terá dito que a burguesia [classe média…] opta pela democracia, quando não tem medo, mas quando o tem, escolhe o fascismo. A democracia liberal está a perder o seu combate com o capitalismo, agora chamado de economia de mercado.

Assistimos a uma revolução de direita. Quem a apoia, procura respostas que não encontra na arrogância dos liberais bem instalados na vida e não confia na capacidade da esquerda, depois de Clinton nos EUA e a terceira via na Europa. É esta a tragédia da História. Estamos no limiar de uma época autoritária em que Trump, Putin, Erdogan, Netanjahu e , em breve (?) Le Pen se entenderão lindamente. Mas estes também não estão ao lado dos excluídos, estão só ao lado dos que lhes proporcionam o poder. E a esquerda? Rende-se ao Zeitgeist?