«Je suis Charlie» e o cinismo dos jornalistas mainstream

público

(1ª página do Público de 14.01.2015)

É espantoso como os media portugueses descobriram, da noite para o dia, o seu amor pela liberdade de expressão e pluralidade de opiniões – e tudo isto perante Charlie Hebdo, jornal que provavelmente nunca teriam citado e, menos ainda, com ele concordado, por causa do seu anticlericalismo, porque a sua redação sempre gozou com a elite dominante e posicionava-se à esquerda. Quanto cinismo no «Je suis Charlie» dos jornalistas mainstream portugueses.

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