A Alemanha e 10 anos de reforma Hartz: dumping salarial, mais trabalho precário, crescente sector de baixos salários

Peter Hartz e Gerhard Schroeder (foto: DPA)

Há dez anos Peter Hartz, chefe da comissão encarregada de propor reformas para «combater o desemprego», entregava ao Chanceler social-democrata Schröder o CD com as respetivas propostas. As consequências estão à vista: quase sete milhões de pessoas trabalham hoje nos chamados «mini-jobs» por um salário que no máximo atinge os 400€. Em mais nenhum país industrializado aumentou tanto o número de pessoas que trabalham com salários baixos, como na Alemanha. A «flexibilização do mercado de trabalho» foi aproveitada pelo patronato para impor um feroz dumping salarial. Schröder recebeu os elogios de Merkel e de todos os apóstolos neoliberais. O SPD perdeu durante o consulado de Schröder 187.421 militantes.

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